@ A chemical reaction | Hysterical and useless | Hysterical and ... @ .:W h a t t h e h e l l W e g o t n o t h i n g m o r e t o l o s e:.

wescatológicos
ESCATOLOGIA do Gr. sk?r, skat?s, excremento + l?gos, tratado s. f., tratado sobre os excrementos; do Gr. éschatos, ?ltimo + l?gos, tratado s. f., parte da Teologia que se refere às coisas que dever?o suceder no fim do mundo Traduzindo: N?s estudamos as merdas do novo milênio! Bem vindos à nossa privada online!


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wquarta-feira, maio 21, 2003


E meu nariz está caindo.
E assim não posso pintá-lo.
Logo, não consigo mais brincar de ser feliz.

Odeio gripes.

posted by Felipe at 9:05 AM


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"Manda quem pode, obedece quem precisa..."

posted by Felipe at 9:03 AM


wterça-feira, maio 20, 2003


Ontem um cara estúpido de São José do Rio Preto de tanto gritar porra no telefone praticamente gozou no meu ouvido. Foi uma merda. UMA hora de xingamentos e reclamações por culpa da empresa. Como a empresa não tem cara e muito menos ouvidos quem é que toma somos nós, pobres mortais, que não temos nada a ver com as cagadas da empresa. Mas faz parte da vida. Tive que ficar 1 hora a mais aqui apenas para resolver este 1 pepino. Mas depois pelo menos compensou. Encontrei a Fabi no ônibus e a gente foi passear na Cotrixeca. Ficamos 1 hora e lá vai pedrada no supermercado. Mais que isso. Afinal estávamos no shopping de Panambi. O que fazer? Comemos coisas felizes e rimos as custas de nomes esquisitos como o creme de cabelo Mocotó e coisas afins.
Foi bacana. Comprei café. E chá. E acabou meu dinheiro. HA!

posted by Felipe at 8:14 AM


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"and if you want me I'm your country"


posted by Felipe at 7:56 AM


wsegunda-feira, maio 19, 2003


PATO FU



Meu fim-de-semana foi muito bom. Digo, em partes. Tive atos meio desgastantes. Durante todos os dias (todos os dias = sábado e domingo) eu fiquei fazendo faxina na Pink House. E a casa está ficando cada vez mais legal e eu tenho me orgulhado dela. E as pessoas-visitas ajudam a limpar e a lixar o chão no domingo de tarde. E a sala está quase pronta. Mais uma camada de cera plástica e estará pronto. Que papo mais Amélia, Pela Vaca Jersey!

IDA
Bom, a parte beeem legal foi que no sábado a tardinha, as 18:30hs eu decidi que iria no Show do Pato Fu que aconteceria na cidade-cu-vizinha, Santa Bárbara do Sul. Eu estava decidido a não ir, uma vez que estou totalmente fodido de dinheiros, mas então naquele momento pensei: e se eu fizer um empréstimo no banco? Pronto, meu primeiro empréstimo no banco. Vale a pena. A Fernanda Takai está prenha, é o penúltimo show, e eles vão parar depois disso por tempo indeterminado. E eu não vi o show do MTV ao vivo ainda! Detalhes da festa: O preço do ingresso era 10 dinheiros. Para me deslocar até o local do show, teria que gastar em passagens 3 dinheiros e 85 pedaços de dinheiros para a ida e a mesma quantia para volta. O ônibus de ida (último para a cidade-cu era às 9:20 da noite. Para voltar de lá, o primeiro era às 9:30 da manhã. Bom, o show deveria acabar lá por umas 2 no máximo, e eu teria que esperar o resto do tempo, algumas horinhas na cidade-cu-estranha. Pensei, pensei e resolvi. Coloco um livro na mochila, um casaco, disc-man e vou bem feliz. Mas antes disso precisava jantar, e como não tinha nada em casa me desloquei até o único grande supermercado da cidade, o Cotrixeca. Isso eram umas 18:45 (ele fecha as 7). No meio do caminho encontro a amiga feliz Renata. Ela estava indo comer bergamota (tangerina) na casa de um amigo e não iria fazer nada. Convido-a para a Indiada. Ela topa de cara bem feliz :D. Então ela desiste das bergamotas e me acompanha ao mercado. Decidimos por pizza como janta. Minha amiga Rabi-Noiva de Campinas me liga. A saudade dói. Mas a gente tenta enganá-la com outras coisas. Pizzas por exemplo. Vamos para a casa da Renata para que ela ponha seu modelito sexy-arrebatador, e então conheço o ventilador novo sujo da Fabi, que não estava em casa e sim fazendo ou ganhando dedeiras felizes sabe se lá aonde. Então voltamos para a Pink, porque na casa delas não tem fogão ainda. E então encontramos a Fabi no meio do caminho e ela vai comer pizza conosco. Recusou o show do Pato Fu como nunca. Comeu com a gente e deu um help com a loça, beeem feliz. Então o Valdir decidiu ir junto (massa!) e mais ainda o Vinícius e o Daniel.

Vai dar tempo??
Bom, saímos da Pink as 9:00 horas. Desespero. 20 minutos para o ônibus partir. Da minha casa até a rodoviária são no mínimo 35 minutos, andando muito rápido. Nós 4 (eu, Valdir, Renata e Fabi) íamos literalmente para a roça. A opção era pegar um taxi na praça, a 15 minutos de casa. Chegando lá, 9:16, não existem táxis. Eles não trabalham sábado à noite. Coisa podre, cidade podre. Nesse meio tempo do caminho eu ligo para a Rodovária e peço, digo, imploro, para que a mulher faça o ônibus esperar um pouco porque eu já estava no taxi a caminho da rodoviária. Ela diz que fará o possível. Continuamos caminhando em direção a rodoviária. Passam dois quarteirões da praça. São 9:21. Encontramos 5 pessoas, 1 cara e 4 mulheres. Pergunto desesperadamente por um táxi. Elas respondem, ou na praça ou na rodoviária. "Mas a gente quer ir p'rá rodoviária, tínhamos que estar lá as 9:20", respondo. Olho para a rua. O cara está encostado numa F-250 novinha. Arrisco com a minha ultra-cara-de-pau: "se eu te der uns 6 dinheiros tu nos leva até lá?????" O cara olha com uma cara ruim e diz, ahh, não vai dar. E eu imploro, como um cachorro velho podre por compania e ele responde: são quantas pessoas? Essas, digo (neste momento o Daniel e o Vinícius já corriam em direção a nós). Subam aí, ele responde. Eu aflito, fazendo de tudo para ir naquele show, pulo dentro da caminhonete. Os outros 4 vem atrás. Na frente o cara e a sua gatinha. Nós 5 na carreta da F-250. Ele corre os 10 quateirões. A Renata cai. O Valdir "estraga" o cabelo. E rapidamente estamos na rodoviária. Desço num pulo, já com o dinheiro em palmo e ele NÃO ACEITA. Ele não quis aceitar a grana. Bahh, muito legal. E nós corremos, e na entrada da rodoviária o motorista do ônibus já fala, "são voces que vão p'rá Santa Bárbara?" Isso, compramos a pasagem. O ônibus esperou 6 minutos por nós e partiu. Muita adrenalina. E a noite recém havia começado.

Show
Chegando em Santa Bárbara, 30 minutos depois, temos que procurar pelo local do show. A cidade era virgem para nós. Achamos sem muita dificuldade devido ao tamanho do município. Encontramos a feira onde se realizará o show. Compramos os ingressos. Conhecemos o lugar. Os três mosqueteiros procuram por vítimas no local. Nada encontram. Entramos no local do show. É num estádio de futebol. No campo do estádio, embaixo de uma lona de circo que devia ocupar no máximo 1/3 do campo. Espera. Espera. O show começa. 11:45 PM. A abertura é com Sobre o tempo. A galera é bem animada. A segunda música é Imperfeito. O público não conhece nada. Todo mundo fica olhando. Eu pulo feito um animal. E assim o show segue. Na minha opinião o número de músicas mela-cueca foi excessivo. Quase, como o diria o Magus, Chato Fu. Mas tava muito bom. Capetão, Licitação e Rotomusic compensam tudo e qualquer música mela-cueca. Das mela-cuecas tocaram: Antes que seja tarde, Canção p'rá você viver mais, Por perto, Não mais, Nada p'rá mim e Perdendo dentes. E então ainda tivemos, Vivo num morro, Depois, Porque te vas, Made in Japan, Eu, Tribunal das causas realmente pequenas e Ando meio desligado. Nada nesta ordem é claro. Eu comecei no meio e acabei quase na frente no show. No final do show foi muito legal. O John desceu do palco e me entregou a palheta em mãos. A palheta amarela, com o símbolo. Muito massa. Sorriso nas orelhas. Talvez porque eu pulei feito um alien. Talvez porque eu goste de Pato Fu há 6, 7 anos. Talvez por ser o sétimo show deles que eu vou. Talvez porque eu tenha o Rotomusic e quando ele perguntou quem tinha o Rotomusic de Liquidificapum só eu respondi. O resto não sabia o que seria isso. Foi legal p'rá caramba. Depois descobrimos, eu e a Renata, que tinha sessão autórafos. Fila imensa. Decidimos ir tomar coisas e nos hidratar. A esta altura os outros três já haviam ido caçar num bar no centro da cidade. A pé óbvio. Esperamos. Os últimos da fila. 40 minutos. Entramos. Eles só p'rá nós. Sem pressa. Falei tudo que eu sempre quis dizer para a melhor banda do país na minha opinião. Tá bom, Los Hermanos empata. Falei muito. E o John foi muito bacana. E a Fernanda ficou com vergonha pelos elogios que eu dei à sua voz. E foi muito estranho. Porque eu estava muito tranquilo, sereno. E tudo saiu certinho. Tá, quase tudo. Esquei certas partes. Falei p'rá Fernada que desejava que o filho dela e do John saísse normal e com 5 dedos, e ela riu. E foi muito legal. E antes de sair disse para o John, John, tu "tráz a comida mas a panela é dela viu?" apontando p'rá barriga da Fernanda. E ele riu. E eu saí de lá feliz. E realizado. Com autógrafos no encarte do cd. E com o set-list que ficava no chão do palco para eles saberem a ordem das músicas no show. E foi muito feliz. Sair de lá? Esperar até as 9:30 da manhã? Que se foda! Não ligava mais para nada. Estava feliz demais para tais preocupações. Então eu e a Renata saímos atrás dos outros 3 num tal de bar chamado Alforria. Depois de uns 10 quarteirões encontramos. E tinha bastante gente se divertindo. Mas não era o nosso tipo de divertimento. Então queríamos ir embora. E como? O Valdir e os outros 2 podiam me matar de raiva. É que eu nem me liguei que havia respondido "Só de manhã" quando ele perguntou quando a gente voltava. Ele pensou que era por umas 6 da manhã e não às 9:30. Então começou a etapa pechinchar táxis. 35 kilometros, mais o trecho dentro das cidades. 5 pessoas. Várias barreiras. Para começar lá não existem táxis na rua à noite. O jeito foi achar telefones de casas de taxistas. Achamos. Ligamos. 50 reais o mais barato. 10 para cada um. Topamos. Cansados e com sono. Depois da super-faxina da Pink House. Mas está tudo bem. Fomos para casa. Fomos largados na frente de casa. Pausa para o lanchinho. A Renata dormiu lá em casa. Minha primeira visita de Panambi a dormir lá na Pink. E como já tenho colchões sobrando...
Domingo um dia normal. Lixamos o chão da última sala a ser restaurada na casa. Fecha-se mais uma etapa em Panambi. Viva!

posted by Felipe at 1:48 PM